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Azeite de oliva e prostaciclinas

Os estudos têm demonstrado que o azeite de oliva é nutricionalmente superior, comparado ao óleo de girassol e ao de milho, quando o assunto é longevidade. A causa é a maior produção de prostaciclinas (PGI2) e menor perda da elasticidade dos tecidos com o aumento da idade (veja Figura 7).

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Figura 7 - Azeite de oliva e prostacilcinas

Os ácidos graxos araquidônico, linoléico e linolênico produzem uma série de compostos com atividade fisiológica e farmacológica. São as prostaglandinas, as tromboxanas, os leucotrienos e as prostaciclinas. Essas últimas são produzidas, nas paredes dos vasos sangüíneos e são inibidoras potentes da vasoconstrição. Inclusive protegem de riscos de doenças coronarianas.

Tem sido discutido28 entre os cientistas se a relação na dieta entre os ácidos graxos poliinsaturados/saturados ou monoinsaturados/poliinsaturados afeta a produção das PGI2 na aorta, durante o início da vida. Outro questionamento é sobre o efeito do tipo de gordura da dieta na produção de PGI2. Os resultados mostram que o azeite é capaz de aumentar a produção das PGI2 quando comparado com óleo de girassol, de milho, de soja e da gordura de porco. Mas qual seria a explicação? Foi demonstrado que não é a quantidade do ácido oléico, do azeite de oliva, o responsável pela maior produção das PGI2. Pois, o óleo de girassol também tem este ácido, em menor quantidade, mas não afeta a produção das PGI2. Sabe-se hoje que o estímulo para síntese desses vasodilatadores é a proporção entre os ácidos graxos monoinsaturados/poliinsaturados do azeite. A quantidade de polifenóis encontrados no azeite, é outro fator.

Esta capacidade do azeite aumentar a produção das PGI2pelas células da aorta, tem efeitos benéficos a longo prazo. Veja os principais:

  1. Diminui a contratilidade da musculatura lisa, melhorando a atividade circulatória. A longo prazo reduz os riscos de doenças cardiovasculares.
  2. Aumenta a atividade hidrolítica do colesterol nas células dos músculos lisos das artérias. O que ajuda a diminuir a concentração de colesterol circulante.
  3. Limita a agregação de plaquetas na íntima da artéria e, consequentemente, inibe a formação de ateromas.
  4. Atenua a contração e a proliferação das células do músculo liso das artérias.

Esses são outros motivos da indicação para o uso de azeite no preparo da dieta de criança após o aleitamento materno exclusivo. O objetivo é prevenir doenças cardiovasculares e aumentar a expectativa de vida. Na dieta de idosos, o azeite também é o ideal. Pois como visto, esse óleo vegetal aumenta a elasticidade dos tecidos da aorta, e, indiretamente, aumenta a expectativa de vida de pessoas que consomem este alimento diariamente. Explicando a maior expectativa de vida da população do Mediterrâneo, grande consumidora dessa fonte de gordura.

 

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